Richard Curtis faz comédia romântica original em Questão de Tempo

Quando li a sinopse desse filme, a primeira coisa que pensei foi "Viagem no tempo? Sério mesmo?". Achei que estivesse para ver um dos filmes mais óbvios de todos os tempos. Mas o resultado foi totalmente o oposto. Prepare-se para um longa original e divertido, daqueles que valem o replay!

Bradley Cooper e Jennifer Lawrence brilham em O Lado Bom da Vida

O longa que arrebatou os prêmios de comédia do Critics Choice, eleito o melhor filme do Festival de Toronto e indicado ao Oscar. Baseado no livro homônimo de Matthew Quick, a produção da Weinstein Co. está dando o que falar - e com toda a razão para isso. Vem aí, O lado bom da vida.

Lerman, Miller e Watson mostram as vantagens de ser invisível

Impossível negar o sucesso do livro As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky. Mas será que a adaptação para as telonas teria o mesmo caminho? Ficamos felizes em dizer que sim! Confira a qualidade de roteiro, trilha e jovens atores que fazem o filme já nascer como um clássico!

Like Crazy e o furacão interno que ele causa

Estamos acostumados com romances de roteiros manjados e produções de bilhões. Não esse. Uma produção indie, de poucos recursos, gravada em 20 dias, com falas improvisadas e casamento perfeito de imagem e trilha, capaz de envolver qualquer um na história. Vem aí: Like Crazy.

Amélie Poulain é uma excelente surpresa francesa

Há 11 anos, Jean-Pierre Jeunet saía da ficção para dirigir um romance que o consagraria com indicações ao Oscar e que ainda conquistaria novos fãs uma década depois. Por toda a cor, figurino, história e atuação perfeita de Audrey Tatou, vem aí: O fabuloso destino de Amélie Poulain.

13 junho 2014

10 amores de cinema para invejar

Já dizia Márcio Alvarenga em seu livro, o cinema é "o templo dos sonhos", em que é possível vivenciar aventuras e realizar grandes feitos fora da realidade. Mas mais do que traduzir imaginações, o cinema permite que nós vejamos nossos desejos e aspirações mais íntimas se realizarem bem ali, na telona. E, claro, não seria diferente ao retratar o amor. Se na vida real está difícil encontrar a alma gêmea, a ficção dá a possibilidade de conforto momentâneo aos corações de quem quer viver um grande romance. Por isso trouxemos a lista criada pela Revista 21, que traz "10 amores de cinema para invejar" (sem recalque!).


Amélie e Nino (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain – Jean-Pierre Jeunet, 2001) – Iniciamos nossa lista com um filme francês passado em Paris, porque, como bem diz o narrador de um outro filme de amor maravilhoso – Love In The Afternoon – se tem uma coisa que se faz muito, e bem, em Paris, é amar. Amélie Poulain (Audrey Tatou), a mocinha da vez, apesar de parisiense, decidiu renunciar à sua própria vida para que pudesse fazer o bem para a vida dos outros. Para si, só desejava mesmo prazeres pequenos simplórios, tais como quebrar a cobertura de um creme brûlée e jogar pedrinhas no lago. Nessa busca em agir em prol dos outros ela esbarra sem querer com Nino (Mathieu Kassovitz) e o resto, leitores suspirantes, é a história. História aliás que rendeu um dos beijos mais delicados, íntimos e apaixonados da história do cinema.


Cher e Josh (As Patricinhas de Beverly Hills – Amy Heckerling, 1995) – Cher (Alicia Silverstone) é uma patricinha típica das comédias adolescentes norte-americanas: fútil e mimada. Suas maiores preocupações giram em torno da roupa que irá usar para ir a escola, garotos e compras. No extremo oposto de sua personalidade está Josh (Paul Rudd), enteado de seu pai que chega para morar em sua casa. Os dois implicam um com o outro durante a maior parte do filme, principalmente por ele ser contra tudo que Cher acredita e representa. No entanto, como não poderia deixar de ser, um carinho e uma atração mútua surge desse embate constante e,  por mais estranho que possa parecer namorar um cara que é praticamente seu meio-irmão, Cher e Josh possuem uma química adorável e demonstram potencial para ser um casal fofo logo na primeira cena em que aparecem juntos.


Danny e Sandy (Grease – Randal Kleiser, 1978) – E já que entramos no âmbito dos casais diferentes que deram certo, precisamos falar de Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John). A história deles começou como um amor de verão que acabou subindo a serra. Danny, um americano de férias na Austrália, jamais poderia esperar que encontraria a australiana adorável com quem passou as melhores noites de verão de sua vida matriculada em sua escola. Frente a frente novamente, eles se viram confrontados com a realidade que o calor da estação passada havia de certa forma eclipsado: Danny era um bad-boy rebelde e irresponsável, enquanto Sandy era uma garota quieta, comportada e bem, digamos assim, Sandy. Embora, no início, essa divergência de caráter os tenha distanciado, fica difícil demais fugir de uma história que envolve uma estação cheia de beijos no cenário paradisíaco das praias australianas, perfeita química na pista de dança, topetes altíssimos e saias muito rodadas.


Vivian e Edward (Uma Linda Mulher – Garry Marshall, 1990) – Quando Edward (Richard Gere) abriu a porta de seu carro para a prostituta Vivian (Julia Roberts), jamais poderia esperar o que estava levando para seu quarto de hotel. Vivian era espirituosa, tinha um bom papo e fazia com que ele se sentisse menos sozinho – e não é só de cobertor de orelha que falamos aqui. Foi por isso que ele contratou-a para passar a semana com ele, acompanhando-o em uma série de compromissos sociais. Para tanto, ele libera o cartão de crédito para que as vulgares roupas de trabalho dela sejam substituídas por artigos luxuosos, na sequência em que Vivian vai as compras – ao som de Pretty Woman – e tem seus momentos de madame que já entraram para a história do cinema. Eles se apaixonam, claro, e o que se desenrola é um conto de fadas completamente controverso, em que a prostituta e o empresário ermitão e egoísta descobrem a princesa e o príncipe que existe no outro.


Jack e Rose (Titanic – James Cameron, 1997) – A não ser que você tenha passado os últimos vinte anos num universo paralelo, creio que a história desses dois não precisa ser contada em pormenores. A cena em que eles se conhecem – Rose (Kate Winslet), de saco cheio de sua vida de pobre menina rica, decide saltar no mar e é salva por Jack (Leonardo di Caprio), um pé rapado que ganhou o ingresso para o navio de luxo numa partida de pôquer – resume bem toda a história: ele diz para que ela confie nele e lhe dê sua mão, ele irá segurar. Do contrário, se ela pular, ele pula junto. O que observamos ao longo das mais de três horas de filme (que passam num piscar de olhos) é apenas um desenrolar dessa promessa. Jack salva Rose de sua vida monótona e sem sentido, trazendo alegria a sua existência, como na adorável cena em que ele a leva para a ala econômica que ocupa e os dois participam da festa mais legal e alegre de todos os tempos. Desnecessário também descrever o momento mais clássico de todos, com os dois juntos na ponta do navio, tão livres que parecem voar. É melhor parar por aqui, não queremos ninguém lembrando do final do filme e molhando o teclado de tanto chorar.


Scarlett e Rhett (E O Vento Levou – Victor Fleming, 1939) – Scarlett O’Hara (Vivien Leigh) está longe de ser uma mocinha dos sonhos, e ainda assim quer para si o mocinho dos sonhos. Ela é mimada, excessivamente dramática e auto-centrada, e embora flerte com vários e adore ter ao pé de si uma penca de homens para cortejá-la e adulá-la, seu coração é mesmo de Ashley Wilkes (Leslie Howard). Ashley, no entanto, está noivo de sua amiga Melanie (Olivia de Havilland) – esta sim, uma mocinha como manda o figurino. Como pano de fundo, temos a Guerra Civil dos Estados Unidos. Vai demorar um tempo – bastante tempo aliás, já que o filme tem quase quatro horas de duração – para que Scarlett perceba que para domar seu coração é necessário não um homem bonzinho como Ashley, mas sim um cínico adorável como Rhett Butler (Clark Gable). Ele se apaixona por ela logo quando a conhece, mas Scarlett precisa de um tempo para render-se a uma carne saída do mesmo pescoço que a sua. Quem disse que só os opostos se atraem?


Allie e Noah (Diário De Uma Paixão – Nick Cassavetes, 2004) – Mais um filme de amor de verão que acaba subindo a serra. Allie (Rachel McAdams) conhece Noah (Ryan Gosling) ainda na adolescência. Ela é rica e ele não passa de um operário, mas nem essa diferença, a desaprovação da família de Allie e até mesmo a segunda Guerra Mundial impedem que os dois vivam esse amor de forma intensa. É desse filme que vem um dos beijos de cinema mais icônicos dos últimos anos: após alguns anos e uma guerra mundial, Noah e Allie se reencontram e até tentam agir casualmente diante do outro, até porque ela está noiva. Mas a chuva que os encontra no meio de um passeio de barco derrete toda a pose e comedimento que poderia haver ali e o que vemos é a redenção de um nos braços do outro.


Gwen e Peter (O Espetacular Homem-Aranha – Mark Webb, 2012) – Embora Kirsten Dunst como Mary Jane ainda ocupe nossa memória como a namorada oficial do Homem-Aranha, graças à trilogia de Sam Raimi, não demorou para que Gwen Stacy (Emma Stone), a senhora Aranha do filme de Mark Webb, caísse nas graças do público. A verdade é que a diferença entre ambas é que enquanto Kirsten Dunst e Tobey McGuire juntos são apenas fofos, Emma e Andrew Garfield possuem uma química surreal. E é assim que morremos de tanto suspirar por esse casal, atormentado pelos dramas de todo par herói-garota normal, e também pelo do garoto tímido que mal consegue dizer uma frase inteira para sua crush do colegial. A coisa entre os dois é tão real e intensa que os atores Emma e Andrew engataram um namoro durante as filmagens – quer prova melhor que essa?


Harry e Sally (Harry e Sally – Rob Reiner, 1989) – Primeiro veio o ódio: Harry (Billy Cristal) conhece Sally (Meg Ryan) quando pega uma carona com ela em direção a Nova York e tudo que eles fazem durante o caminho é discutir e discordar um do outro. Anos depois eles se reencontram, ambos recém-saídos de relacionamentos longos, e acabam se tornando companheiros de fossa, melhores amigos. É nesse momento que é colocado em xeque o que Harry disse na primeira vez em que eles se viram, que não poderia existir amizade entre um homem e uma mulher porque ele sempre estaria querendo ficar com ela. Apesar de muita gente discordar da colocação, pelo menos nesse filme Harry está certo. Ainda bem, afinal ficaríamos privados de um dos casais mais divertidos do cinema, com direito a diálogos e sequências divertidíssimas (como esquecer aquela em que Sally mostra como se finge um orgasmo?) vindos graças ao roteiro da sempre ótima Nora Ephron.


Lucy e Henry (Como Se Fosse A Primeira Vez – Peter Segal, 2004) – Terapeutas de casal dizem com frequência que o segredo de um relacionamento bem sucedido é você se esforçar para conquistar o outro todos os dias. No caso de Henry (Adam Sandler) isso acontece literalmente, uma vez que se apaixona por Lucy (Drew Barrymore), uma garota que, graças a um acidente de carro, sofre de perda de memória recente. Isso significa que ela acorda todos os dias sem se lembrar do que aconteceu depois do acidente. Um homem qualquer fugiria dessa cilada, mas Henry faz o que é possível para tentar ganhar seu coração todos os dias. É preciso dizer mais alguma coisa?


Via Revista 21.

30 maio 2014

Liberado novo trailer de "What If" com Daniel Radcliffe

Depois de ler aqui sobre o novo trabalho de Daniel Radcliffe, a comédia romântica indie “What If”, e ver fotos desse novo longa que traz Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) como par romântico do ex-Harry Potter, agora queremos que vocês ouçam e assistam! Um novo trailer promocional, recheado de cenas inéditas, foi divulgado nessa semana. Dá o play aqui embaixo!



Anteriormente chamado de “The F Word” (com o “F” se referindo à palavra Friend), “What If” tem direção de Michael Dowse (“Uma Noite Mais Que Louca”) e ainda não possui previsão de estreia no Brasil.

20 maio 2014

Divulgadas novas fotos de Daniel Radcliffe em comédia romântica indie

Você já viu aqui que o ator Daniel Radcliffe, da franquia Harry Potter, voltará em breve ao cinema como protagonista da nova comédia romântica indie “What If”. O longa, que traz também Zoe Kazan (“Ruby Sparks”), teve novas fotos divulgadas na última semana, destacando ainda as participações das atrizes Mackenzie Davis (“Namoro ou Liberdade”) e Megan Park (série “The Secret Life of the American Teenager”).










Baseado na peça Cigars and Toothpaste, da dupla T.J. Dawe e Michael Rinaldi, o filme gira em torno de um rapaz (Radcliffe) apaixonado por uma jovem, mas que esconde seus sentimentos até ter certeza da reciprocidade da garota, pois ela já tem um namorado. O elenco ainda conta com Rafe Spall (“As Aventuras de Pi”), Adam Driver (série “Girls”) e Oona Chaplin (série “Game of Thrones”).

Anteriormente chamado de “The F Word” (com o “F” se referindo à palavra Friend), “What If” tem direção de Michael Dowse (“Uma Noite Mais Que Louca”) e ainda não possui previsão de estreia.


Vi em Pipoca Moderna.

26 março 2014

Drew Barrymore e Adam Sandler em cartazes de Juntos e Misturados

sabemos (e estamos ansiosos) que as telonas vão voltar a reunir Adam Sandler e Drew Barrymore, depois dos sucessos "Como se Fosse a Primeira Vez" e "Afinados no Amor". Agora, a Warner Bros. divulgou dois cartazes dessa nova comédia romântica, "Juntos e Misturados" (Blended), que chega aos cinemas brasileiros em 6 de junho.



A história é focada em um casal que, depois de um encontro às cegas desastroso, encontram-se presos em resort, juntamente com os seus filhos de um casamento anterior. A comédia romântica explora o crescente fenômeno de "famílias recompostas".

Frank Coraci, diretor que já trabalhou com os dois em "Afinados no Amor" e dirigiu Sandler em "Click", estará à frente deste novo filme. Além da participação como ator, Sandler ainda estará por traz da produção pela Happy Madison, que irá trabalhar juntamente com Mike Karz. Ivan Menchell e Claire Sera assinam o roteiro original do longa, que nos EUA estreia um pouquinho antes, no dia 23 de maio.

Por enquanto, a gente fica com o trailer:




Vi no Cinepop.

19 março 2014

Uma Linda Mulher vai virar musical na Broadway

Um dos maiores clássicos da comédia romântica, “Uma Linda Mulher” está prestes a virar musical na Broadway, o mais prestigiado teatro nos Estados Unidos. O longa-metragem que alavancou a carreira de Julia Roberts foi um dos maiores sucessos do cinema da década de 90, em uma história no melhor estilo conto de fadas sobre uma garota de programa que muda de vida ao conhecer um poderoso executivo (Richard Gere).

Garry Marshall, diretor do filme, e J.F. Lawton, responsável pelo roteiro, estão no texto da versão musical. Atualmente, Marshall se encontra em Nova Iorque, onde está trabalhando com a produtora Paula Wagner e se reunindo com compositores, letristas e diretores de teatro para fazer o projeto sair do papel.

Ainda não se sabe nenhum detalhe sobre o setlist do espetáculo, mas é muito difícil imaginar um musical sobre Uma Linda Mulher, sem a canção "Oh, Pretty Woman", clássico da discografia de Roy Orbison, que serviu de tema para o longa-metragem, inspirando inclusive o título original do filme (Pretty Woman).

Para quem quiser relembrar, segue o trailer original do filme, de 1990, com a celebre música:




Vi no Adoro Cinema.

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